qquestionário para djs

 

 

 

 

 


Eu Apoio Pro Vinil!

Depoimentos de quem apoia a Campanha. Mande também seu depoimento para o email da Pro Vinil (com o subject: "eu apoio!")

Alex Bau - Alemanha - Eu acho que banir um país do vinil através do aumento de taxas é a coisa mais errada que um governo pode fazer. Especialmente a cena to techno, com seus selos 12'' e tem mostrado, nos últimos anos, grandes esforços para fazer com que as pessoas se unam! Pela primeira vez na história da música, um estilo musical conseguiu o que a política não consegue: unir as pessoas e fazê-las felizes por serem parte da festa. Coloquem taxas em coisas perigosas, como o tabaco. Principalmente o Brasil, que é conhecido por sua cultura de celebração. Altas taxas no vinil como um sinônimo para dancemusic é como tirar o carnaval do RJ: não resolverá problema algum! Pensem sobre isso, por favor! (Basic Implant / Toneman Records)

Andre Fischer - O disco merece o mesmo tratamento do livro como produto cultural. Taxar o vinil é discriminar a música como uma expressão artística menor.

Andregarde, Dj - Sou totalmente a favor desta campanha!! com essa super taxação muitos Djs e clubs estão abandonando as pick- ups.

Augusto Merli - O vinil é o instrumento de trabalho do DJ e junto com as pickups podem ser vistos como um piano de um pianista. O DJ é responsável por levar a música a cultura desde o clube mais fino até a uma festa de rua na periferia.
E por isso quando defendemos a cultura do DJ e do Vinil estamos pensando desde a mais simples e pura diversão até o grito de protesto dos excluídos que na música encontram uma forma de se expressar e defender as suas idéias ... a sua comunidade.
Portanto não podemos deixar morrer nenhuma forma de cultura e temos o dever de torná-lá cada vez mais acessível a todos. Por isso iniciativas como esta que devem ser com certeza defendidas por todos que de alguma forma estão envolvidos
e serão beneficiados.

Bio Bosster, DJ - Vamos tentar manter essa guerra contra a supertaxacao do vinyl.

Buga, DJ - E a Campanha Provinyl? Importantíssima, se liberarem essa taxação, a gente vai poder comprar mais discos e quem ganha é o público (10.4.03)

Carlos Eduardo Boselli Couto - Uma taxação sobre a importação elevada deveria ser utilizada se no Brasil tivesse uma indústria sofrendo com problemas de concorrência desleal dos produtos importados. Não existe nem indústria nem competição, sem contar
que a nível de tudo que se importa no Brasil o volume de bolachões é insignificante, sendo desnecessária esta incoerência. Infelizmente nosso país (dos coronéis) está sendo moldado para a continuidade da ignorância e desvalorização das manifestações artísticas e culturais. Agradeço a oportunidade de me expressar, pois tenho uma coleção de vinil e adoro um chiado.
Um abraço e boa sorte!!!

Camilo Rocha @ Bate Estaca - Palmas para o Marcão Morcef, que pegou o touro pelos chifres e, graças ao seu esforço, somado ao da Adriana Dot e do Mental Gil, hoje temos um Ministro da Cultura atento à questão da taxação da vinil. Se parecia coisa excêntrica há alguns meses atrás, agora a gente pode ser otimista com relação a resultados. Obviamente, não se teria chegado tão longe sem a alavancagem de Alexandre Yousef, da Coordenadoria da Juventude da Prefeitura de São Paulo. Demorei um pouco mas respondi meu questionário então agora posso falar. Se você é DJ e ainda não respondeu (é fato que muitos ainda não responderam) o questionário da campanha, RESPONDA AGORA ... O QUESTIONÁRIO, NÃO LEVA NEM CINCO MINUTOS E É PARA O SEU BEM! (21.3.03)

Carlos Romera - Acompanho o cenário da música eletrônica e estou sempre de olho nos melhores Dj´s e novas tendências. Se conseguimos diminuir a taxa do vinil, quem mais vai sair vencedor é o público. Os discos serão mais acessivéis para todo mundo, música é cultura e a cultura tem que estar ao alcance de todos.

Claudia Assef, DJ- Não é a coisa mais legal sair pra dançar e ouvir um monte de músicas novas? Eu apóio a campanha porque ninguém merece bocejar numa pista de dança.

Cláudio Manoel @ Pragatecno - Apoio a campanha provinil não só pelo caráter extremamente legítimo dela - o de incluir o vinil como produto cultural no mercado de importação brasileiro e buscar o fim da supertaxação de impostos em produtos de caráter
artístico; mas pelo fato de que esse suporte, independente de nostalgias ou não do vinil como símbolo da cultura do dj, é um veículo bastante interessante como suporte de circulação mundial da música experimental,
contribuindo com o desenvolvimento estético global da arte, sem as amarras do mercado tradicional fonográfico. O vinil é, e certamente será por muitos anos ainda, um suporte livre que alimenta uma cultura emergente transnacional - a cultura da e-music - conectando povos, através de seus artistas, djs e produtores. Incentivar essas circulação de idéias é
fundamental na cultura contemporânea.

Claybom, DJ- Essa taxação excessiva do vinil importando, além de esvaziar o bolso de
qualquer DJ profissional, também acaba com as espectativas de qualquer DJ iniciante, já que este faz poucas festas por mês e acaba não podendo investir em um bom equipamento e numa quantidade considerável de discos. Sendo assim, o repertório do DJ iniciante se resume a alguns poucos sucessos, sem uma grande variedade de músicas para tocar ao seu público, fazendo sempre set's repetitivos e com várias músicas já ultrapassadas. Infelizmente eu fui mais um desses prejudicados com o alto preço do vinil importado, e acabei saindo do ramo por não conseguir arcar com os elevados custos das "ferramentas de trabalho", sendo esse um dos principais motivos que me afasta ainda mais desse mercado.

Clare Large @ clare large .... - Sinto, intensamente, que taxar a música nova, e subseqüentemente a cultura, impede o crescimento dela. Novas maneiras de pensar e promover novos artistas. Desejo-lhes toda a sorte do mundo na campanha e sinto que se conseguirem gente suficiente engajadas, então seu governo tomará conhecimento, A música quebra todas as barreiras do idioma e é uma energia tão positiva que não deve ser mantida longe das pessoas que tentam difundi-la ao redor deste mundo maravilhoso. " (21.3.03)

Chris Liebing , CL Records, Alemanha - O governo brasileiro deveria, de fato, pensar no que estão fazendo. Por exemplo, colocar taxas de importação mais altas nas coisas prejudiciais às pessoas, como cigarros e armas. Por esse motivo o vinil, que espalha a música e que une as pessoas de maneira pacífica, não deveria até mesmo ser isento de taxas? (19.3.03)

Dbd, DJ - Sou Contra a taxação do vinil. é uma loucura o que fizeram com os vinis. Se continuar assim, a cultura e a musica não só de um país mas de todo o planeta, vai acabar.

Denis Oliveira - é difícil para um dj com apenas quatro anos de experiência correr atrás de discos mais baratos, e renovar ou aumentar o case pagando um preço tão alto por um single.Por isso EU APÓIO a campanha ProVinyl. Para que todos os dj's, que independente de serem top dee jays ou dj's que batalham muito para estarem na cena, possam trazer ao público o que há de melhor na e-music sem pagar preços absurdos para isso.

Dudu Marote - Eu apoio a campanha Provinil porque ela é fundamental na cultura jovem deste País.

Erika Brandão - Eu apóio a campanha Provinil porque com o disco mais barato, mais djs vão poder tocar mais músicas legais e mais gente vai poder sair ainda mais na balada e se divertir com cada vez mais qualidade e música boa.

Flávio Costa - A qualidade e prazer são temperos inigualáveis do vinyl, um objeto que eu toco com os dedos gerando uma frequência que proporciona aos pés de milhões de pessoas ao redor do mundo uma sensação maravilhosa de energia... o domínio da música e da pista naquele momento estão em suas mãos, ai você olha para o público e pensa "eu tenho o poder de deixar as pessoas felizes" e entre uma mixagem e outra você consegue se superar e aquelas 400 pessoas viram 800 e a vibração aumenta a vontade de parar de dançar é nula, você é o maestro D.J regendo já uma multidão de pessoas que em passos ritimados e desajeitados demonstram para que estão ali... para que tudo isso aconteça é preciso qualidade que só o vinyl proporciona, por isso ele é um objeto de desejo de todos os amantes da música eletrônica! sou um artista e sei que posso fazer acontecer, mas as barreiras hoje em dia estão cada vez maiores e as dificuldade financeira para se comprar apenas um vinyl é delicada - O PREÇO ESTÁ MUITO ALÉM DO MATERIAL.


Pense junto comigo, chego em uma loja e vejo o preço exorbitante do vinyl olho para o meu bolso tenho a grana para comprar mas penso novamente chego a uma conclusão " poxa, vou gastar R$ 45,00 em um vinyl com uma música apenas podendo pagar de R$ 7,00 a 10,00 em um cd que contém até mais de 10 músicas (lógico que é um cd pirata) ou vou entrar em um site da internet me atualizar com as músicas do momento e baixar tudo no kazaa* e gravar em cd" isso que a maioria das pessoas no mundo inteiro fazem principalmente aqui no Brasil onde a pirataria toma conta. Com isso estou contribuindo para aumentar a pirataria e ao mesmo tempo ao executar as músicas para o público perdendo a qualidade!!! isso mesmo a qualidade, pois a qualidade do som analógico (vinyl) preserva melhor as curvas da onda sonora. É assim: o som digital, para ser gravado, é convertido em código binário (010101101001...), e sendo assim, existe uma perda na informação da curva, podemos ver, no limite da onda, que ela é quadriculada, diferentemente do vinyl, que por se basear num sistema analógico de leitura (a agulha sobre o disco), preserva melhor a curva. Além disso, o formato digital privilegia as frequências altas e médias, e o som analógico privilegia todas as frequências por igual, tornando o som mais "quente", com mais frequências baixas, mais grave e ótimo para tocar para o grande público.

VINYL = QUALIDADE = PRAZER = VIBRAÇÃO (VIBE) = FELICIDADE.

Pense nisso com carinho Sr. Ministro da Cultura Gilberto Gil - anule os impostos e essa super taxação que causa esse enorme trantorno na música eletrônica no Brasil, o seu esforço irá ajudar uma comunidade de djs e com certeza fará um Brasil mais feliz na batida do coração...

Gaia Passarelli - A Campanha Pró-Vinil deve ser de interesse de todos que de alguma forma estão envolvidos com o mercado de trabalho que existe em torno da cena. Tornar o Vinil acessível é colaborar com a criação de mais empregos e, de quebra, botar mais música e cultura na vida das pessoas.

Grovskopa, Emergence Records, Suécia : "Vinyl ... should all be for free!" (18.3.03)

John Acquaviva – Canadá – O mercado do vinil é pequeno, mas muito importante para o mercado mundial e para o movimento da juventude. Taxação excessiva fere a todos e não permite que a pequena indústria sobreviva. Façam, sozinhos, com que todos participem hoje. Boa sorte ao estabelecer esse simples acordo econômico.  (21.03.03)

John Selway , NYC Tenho conhecimento da Campanha contra a taxação do vinil. Eu os apoio inteiramente. (19.02.03)

Marcio Custodio - Pra mim tanto o vinyl como o CD são artefatos culturais importantíssimos, um meio de entreterimento tanto para jovens como pessoas mais estabilizadas. Sem eles, ficaria impossível realizar eventos culturais dos mais variados, como festas, exposições culturais (ex.mercado mundo mix, expo tattoo), shows e até programas de televisão (ex. gordo a go-go e fica comigo, na mtv). Em todos esses eventos, sempre há o DJ exercendo seu trabalho. Por isso, com a supertaxação desses artefatos, fica quase impossível do DJ realizar seu trabalho."

Marcos Morcerf, DJ - Eu luto na Provinil, porque não pode faltar bolacha na mesa do DJ.
Fomentar a Pesquisa e a Cultura Musical devem andar lado a lado no acesso de mais jovens ao mercado de trabalho de DJs. Ampliar este mercado com Qualidade, com nosso material de Trabalho e Pesquisa mais barato.

Makarrao, DJ - Eu acho muito legal essa campanha porque o disco é um instrumento de
trabalho do DJ. Com os preços altos o DJ não tem como comprar discos para mostrar um bom trabalho e novas músicas para o publico que gosta de lançamento.

Oscar Mulero @ OM - Espanha - Só tomei conhecimento desse problema esta tarde. É preciso fazer alguma coisa, pois comprar discos aqui é realmente muito caro. É impossível manter um bom trabalho com acesso tao restrito ao vinil. Vou mandar uns promos dos meus lancamentos em prol da Campanha. Gostei muito da idéia e desejo o melhor para vocês. Apesar de não ser fácil, a causa é muito importante para os brasileiros (29.03.03).

Patrick Arditti - Gostaria de agradecer ao céu por termos pessoas de atitude como vcs; tem pessoas que não entendem o que é gastar mais de 500 pratas por mês para, através da música, evoluirmos e fazemos evoluir os mesmos que nos roubam milhões e não contribuem para a cultura do mundo. apoio essa causa e viva o vinil e a música !!

Pestana, DJ- Primeiramente agradeço ao organizador desta campanha que reconhece o nosso trabalho porque realmente nos dj's precisamos do vinil para discotecar. Se a gente vai comprar um vinil nao sai por menos de 50,00 reais um single é um absurdo. Mais como nos precisamos temos que comprar para a alegria do nosso publico, porque sem dj's nao a festa, e tocar com cdj qualquer um pode fazer um curso e aprender a virar, mais quem tem o dom de pegar o vinil da capa colocar na mk, regular o pitch, jamais abrira mao do eterno e amado vinil. I love vinyl always

PET Duo @ Coca Cola - Achamos ótimo essa conscientização tomar forma e esperamos que dê resultado, porque disto depende a expansão da e-music no país. Só assim outros DJs terão acesso a este tipo de cultura e finalmente o país evoluirá musicalmente. Portanto, pedimos a todos que participem acessando o link: http://sites.uol.com.br/provinyl. (11.4.03)

Ragna Hom & Sonja Prins, Magma Crew / Female Pressure - Alemanha - Somos contra a excessiva taxação do vinil! Respeitem a cultura (07.2.03)

Renato de Cara - Bolacha para todos! Vinil mais barato pra gente não deixar de dançar

Rodrigo Lobbao, DJ - Extrema importancia essa campanha, me lembro q em 96/97 comprava disco pra caramba, com 200 reais comprava 11 discos! Vamos apoiar,
torço para q nosso ministro da cultura aprove essa ideia.

Rubino, DJ - Como nos DJ´s conseguiremos levar música a quem gosta de música. Já que ser DJ é uma profissão e não dependemos de pais e familiares para sustentar esse hob que nos deixa felizes ao ver as pessoas dançando e se divertindo.

PET Duo - Achamos ótimo essa conscientização tomar forma e esperamos que dê resultado, porque disto depende a expansão da e-music no país. Só assim outros DJs terão acesso a este tipo de cultura e finalmente o país evoluirá musicalmente. Portanto, pedimos a todos que participem acessando o link.

Ruth Slinger - Sou Pró Vinil Pró de coisas que não sejam taxadas a + do que se deve e do que se pode pagar O AMOR SALVA O DIA A MÚSICA SALVA NOSSAS VIDAS Música sem fronteira já! precisamos preservar a vida e as relações entre todos do planeta
Amor e paz

Speed, DJ - Tomei conhecimento do Provinil na entrega de diplomas do curso do Bannyz e achei muito mais do que interessante pois muitas vezes o dj fica totalemente desanimado por causa dos preços do Vinil , e o pior é que se ele não comprar o Vinil ele não terá as músicas que estão bombando , e por isso seu set não será legal....A alternativa de muitos foi tocar com CD, mas a primeira coisa que a pessoa pergunta quando vc diz que é DJ é se vc toca com Vinil.......DJ , o Vinil é a sua cara.......Apoie tambem Provinil....

Tony, Integrale Musik, Inglaterra - Estou feliz por alguém no Brasil prestar atenção nos preços que vocês tem que pagar ao importarem o vinil!! A Integrale Muzique deseja boa sorte nessa aventura e espera que funcione, se pudermos ajudar, por favor, digam! (27.02.03)

Vermelho, Dj- Tem que existir o vinil, pois sem o vinil nao sobrevive o verdadeiro Dj... (14.4.03)

Volp, DJ - O vinil é arte, ele possui uma sonoridade especial e os verdadeiros DJ´s tem com ele uma relação intima e uma história de cumplicidade que muitas pessoas nao conseguem entender, mas devido aos preços atuais a sua aquisição está se tornando praticamente impossivel, apoiar esta campanha nao é mais uma mera questao de ideologia ou engajamente é uma questao de sobrevivencia.